Vacinação de gestantes contra Covid-19 com AstraZeneca é suspensa na Bahia

De acordo com a Sesab, até o momento não há casos de óbitos por aplicação da vacina em grávidas na Bahia. Além disso, também não não há relatos no estado de reações adversas em grávidas que foram vacinadas contra a Covid-19.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Salvador, as mulheres grávidas que receberam outro imunizante, que não seja a Pfizer, devem procurar a pasta e relatar os sintomas adversos através do site Reações Adversas.

Em Salvador, as gestantes estão sendo vacinadas com a Pfizer, segundo informações do secretário municipal da Saúde Leo Prates.

“Havia um dado que nos chamava a atenção, porque uma grávida já tinha um indicativo de trombose. Não havia prescrição de não vacinar as mulheres grávidas. Porém, por segurança, se eu tinha a opção da Pfizer, eu decidi colocar a Pfizer”, explicou.

Ainda segundo o secretário municipal da Saúde, há relatos de mulheres grávidas que se vacinaram de acordo com a profissão.

“Tem o caso de uma mulher que se vacinou como dentista, que está na primeira fase de vacinação. Então ela não está no meu sistema como grávida, mas como profissional de saúde, que é o público prioritário e está na primeira fase. Já quem se vacinou como gestante, a gente usou a vacina da Pfizer”, explicou.

Por meio de nota nesta terça-feira, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador informou que contabilizou 21 grávidas que receberam o imunizante Oxford/AstraZeneca na cidade, entre 7 de maio, quando foi iniciada a imunização desse grupo, até segunda-feira (10). A SMS disse que ainda não recebeu notificação de grávidas que tiveram reação ao imunizante.

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